Orgulho e Preconceito: o noivado polêmico entre a atriz e o diretor
Durante anos, a resposta para essa pergunta alimentou uma das fofocas mais conhecidas envolvendo os bastidores de Hollywood.
Tudo começou em 2005, durante as gravações da adaptação de Orgulho e Preconceito. Rosamund Pike interpretava Jane Bennet enquanto Joe Wright dirigia aquele que viria a se tornar um dos filmes mais queridos pelos fãs de Jane Austen. Foi no set que os dois se apaixonaram. O relacionamento cresceu rapidamente e, segundo a própria Rosamund, transformou-se em uma "grande e intensa história de amor". Eles permaneceram juntos por cerca de quatro anos, período em que Wright dirigiu Desejo e Reparação (e chegou a dedicar o filme à atriz).
Tudo indicava que a história caminhava para um final feliz. Veio o noivado. Vieram os planos para um casamento na Itália... até que, de repente, tudo acabou.
O término gerou uma avalanche de especulações. Durante anos, veículos de imprensa reproduziram a história de que Joe Wright teria cancelado o casamento após Rosamund enviar convites sem sua aprovação. O detalhe mais comentado era a suposta foto do casal em uma banheira de hidromassagem utilizada no material.
Era o tipo de narrativa perfeita para os tabloides. O problema é que (como quase sempre) não era verdadeira. Anos depois, a própria Rosamund esclareceu o episódio. Segundo ela, os convites jamais chegaram a ser enviados. Existiam apenas cartões de "Save the Date", criados pelos dois em conjunto e com a intenção de serem engraçados.
Quando finalmente falou sobre o fim do relacionamento, a atriz apresentou uma explicação muito menos escandalosa e muito mais humana. Não houve traição, nem caso secreto, drama, brigas ou qualquer coisa digna de filme hollywoodiano.
Nas palavras da Rosamund, a situação era mais simples e mais dolorosa: ela amava alguém que já não a amava da mesma forma. Talvez seja por isso que essa história me chama tanta atenção (e ao fandom da autora): mostra que nem todo grande amor termina por causa de um escândalo. Às vezes, ele termina apenas porque uma das pessoas deixou de sentir o que sentia antes. E, convenhamos, isso costuma doer muito mais do que qualquer fofoca sobre uma banheira de hidromassagem.


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