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Grazi Comenta


Se a nova geração precisa de algo para fazer com que se interessem
por thrillers de obsessão, esse é uma boa dica. 

A série acompanha Ciara e Oliver, dois estranhos que começam um relacionamento que evolui para muito preocupante. O que começa como um encontro casual rapidamente vira convivência intensa dentro de um apartamento. Enquanto a história avança, a investigação policial de um crime naquele mesmo apartamento revela que o relacionamento deles escondia segredos e a narrativa alterna entre diferentes momentos da relação e a linha de investigação para mostrar como tudo chegou até ali.

Eu simplesmente não consegui parar de assistir. Dove Cameron e Avan Jogia estão absolutamente magnéticos nessa série. Para mim, é uma das melhores adaptações que a Prime Video fez e um ótimo exemplo de mistério urbano que realmente prende.

Eu gostei muito da estrutura narrativa. A trama alterna os flashbacks das histórias de Ciara e Oliver, mostrando cada ponto de vista e revelando aos poucos os segredos de cada um. Ao mesmo tempo, a série trabalha a investigação dos policiais no apartamento, e eu achei muito eficiente a forma como essas duas linhas vão se conectando até formar o quebra-cabeça completo.

Claro que, para quem já está acostumada com thrillers, fica relativamente fácil acompanhar a lógica da história e imaginar qual pode ser o final. Mesmo assim, eu não consegui prever todos os desdobramentos que a série apresenta ao longo do caminho.

A Dove está em um dos melhores papéis da carreira dela, e o Avan consegue sustentar muito bem a ambiguidade do personagem. Eu gostei bastante de como a história conduz o mistério e de como o verdadeiro vilão acaba sendo exatamente quem deveria ser. E recebe o final que merecia.

Não acho que seja uma série perfeita, mas funciona muito bem como entretenimento. É uma daquelas histórias que pedem maratona imediata.


 

domingo, março 29, 2026 No comments



Se tem uma coisa que Devoradores de Estrelas prova com facilidade é que a ficção científica não precisa ser inacessível pra ser inteligente e talvez seja exatamente esse tipo de filme que ainda falta ser mais valorizado (e produzido).

Baseado no livro homônimo de Andy Weir (mesmo autor de Perdido em Marte), o longa aposta em uma abordagem mais leve e comunicativa do gênero. Em vez de transformar a ciência em um obstáculo, ele faz o oposto: explica, simplifica e usa tudo isso como ferramenta narrativa. Nada de pedantismo ou de tentar parecer “complexo demais”: aqui, a ciência serve à história, e não o contrário. E isso funciona muito bem.

Um protagonista que segura o universo (literalmente)

Grande parte do filme depende exclusivamente de Ryan Gosling e ele dá conta do recado com uma naturalidade impressionante. Sozinho em tela na maior parte do tempo, Gosling equilibra três pilares difíceis: carisma, humor e carga dramática, sem exagerar em nenhum deles. O resultado é um protagonista que não cansa, não pesa e, principalmente, não distancia o público. Pelo contrário: ele aproxima.

Rocky é o coração inesperado da história

Se o filme já funciona bem sozinho, é quando entra Rocky que ele realmente ganha alma. Mesmo não sendo humano, o personagem carrega uma carga emocional absurda e é impossível não se apegar. A relação construída entre os dois personagens transforma completamente o tom da narrativa. De repente, o que poderia ser só mais uma história sobre salvar o mundo vira algo muito mais interessante: uma história sobre conexão. E aqui está o ponto mais forte do filme.

A ficção científica não quer te provar nada

Um dos maiores méritos de Devoradores de Estrelas é entender seu próprio propósito. A ficção científica está presente o tempo todo: bem explicada, coerente e até didática, mas nunca vira exibicionismo intelectual. Não existe aquela sensação de “olha como eu sou inteligente”. Tudo está ali como pano de fundo para algo maior: o companheirismo como ferramenta de sobrevivência.

É mais do que salvar o mundo

Apesar da premissa grandiosa, o filme não tenta ser um drama pesado sobre o fim da humanidade. Ele prefere um caminho mais leve, com humor bem dosado e momentos emocionais que surgem de forma orgânica. E talvez seja justamente isso que o torna tão eficaz. Porque, no fim, Devoradores de Estrelas não é só sobre ciência, espaço ou catástrofes, é sobre como ninguém sobrevive sozinho.

Aos idealizadores de livro e roteiro: muito obrigada. Eu novamente percebo porque esse é meu gênero favorito. 
sábado, março 28, 2026 No comments



Se você ama histórias cheias de reviravoltas, pistas escondidas e teorias que tiram o sono, esse post é pra você. Reuni aqui produções que não entregam respostas fáceis e fazem a gente duvidar de tudo e todos. São aquelas séries que começam com uma pergunta simple e terminam deixando sua cabeça em colapso. Prepare-se para segredos bem guardados, personagens ambíguos e finais que continuam ecoando dias depois... e podem até ''explodir sua mente''.  

1. UNFORGOTTEN


2. THE LEFTLOVERS


3. BROADCHURCH


4. DELE&DELA


5. ALL HER FAULT


6. A RESERVA


7. MISSA DA MEIA NOITE



8. EM DEFESA DE JACOB


9. SETE RELÓGIOS


10. THE STOLEN GIRL


11. SUGAR

12. THE SNOW GIRL

13. THE SINNER


14. DARK




15. SILO




16. TRUE DETECTIVE




17. MINDHUNTER




18. MARE OF EASTTOWN





19. OBJETOS CORTANTES




20. POR TRÁS DE SEUS OLHOS




Me conta: você prefere mistério policial, psicológico ou sobrenatural? 👀
sexta-feira, março 27, 2026 No comments

 


Sinopse
Em A relíquia, acompanhamos Shea, que recebe um pedido de casamento aparentemente perfeito… se não fosse por um detalhe: o anel de noivado é uma joia de família carregada de histórias — e, na visão dela, de possíveis energias e superstições.

Insegura com o “karma” por trás daquele objeto, Shea embarca em uma jornada nada convencional para descobrir quem foram os antigos donos do anel e como suas histórias de amor terminaram. Entre viagens que vão de Los Angeles à Europa, ela tenta entender se o passado daquele anel pode definir — ou até ameaçar — o seu futuro.

Opinião

A proposta é, sem dúvida, criativa. A ideia de acompanhar diferentes histórias de amor conectadas por um mesmo anel tem um quê de charme e até lembra aquele estilo mais reflexivo e emocional de romances contemporâneos que brincam com destino e coincidência.

Ao mesmo tempo… é impossível ignorar que tudo parte de um nível de “acredite se quiser” bem alto. A superstição em torno do anel e, principalmente, a decisão da protagonista de sair investigando a vida de completos desconhecidos exige um certo grau de entrega do leitor. Se você compra essa ideia, a leitura flui fácil. Se não compra… começa a parecer uma grande caça ao tesouro meio forçada.

Ainda assim, o livro compensa em ritmo: é dinâmico e envolvente. As viagens, especialmente pela Europa, adicionam um charme extra, e há momentos genuinamente bonitos sobre amor, família e as histórias que carregamos, mesmo sem perceber. A impressão mais forte que tive é que esse livro é quase um roteiro de filme. Talvez a mídia para ele seja uma adaptação. Eu assistiria como filme conforto.

No fim das contas, The Heirloom é um romance leve, rápido e com uma proposta diferente, perfeito pra quando você quer uma leitura descomplicada e envolvente.

Mas também é aquele tipo de livro que poderia ter sido muito mais marcante. Falta um pouco de carisma nos personagens e um desenvolvimento mais consistente que faça a gente realmente se apegar às decisões (às vezes bem questionáveis) da protagonista. É gostoso de ler? Sim. É memorável? Nem tanto.

quarta-feira, março 25, 2026 No comments


Foi a vez da Cinderela!

Eu assisti essa temporada com um certo medo, porque “Um Perfeito Cavalheiro” sempre foi meu livro favorito da série. Depois de algumas mudanças bem grandes nas temporadas anteriores, eu fiquei apreensiva com o que fariam com Benedict e Sophie.

No geral, eu fiquei muito feliz com o resultado. Eu adorei ver os roteiristas voltarem a usar menos maquiagem exagerada e figurinos menos fantasiosos, mais próximos da moda da época. Também senti que houve um esforço real de respeitar melhor o enredo do livro.

Mesmo assim, senti falta de algumas coisas importantes. Eu gostaria de ter visto mais do Anthony e da Kate, e senti falta de um aprofundamento maior na obsessão do Benedict pela Dama Prateada, porque isso é fundamental para entender por que ele convida Sophie para ser amante: ele ainda acredita que pode encontrar a mulher mascarada e casar com ela.

Também senti falta de explorarem melhor o quanto Benedict se sente incompleto como pessoa e como Sophie desperta o artista dentro dele. Outra ausência que me incomodou foi a importância da Posy na história, especialmente aquele momento em que ela defende Sophie, algo que sempre achei essencial e bonito no livro, porque demonstra o quanto ela ama a Sophie. A Posy, naquele momento, tomou coragem e decidiu que a felicidade da Sophie era mais importante do que não brigar com a mãe.

Por outro lado, eu amei o foco nas amizades femininas. A temporada mostra muito bem como mulheres mudam o rumo da própria história quando se apoiam. Também gostei muito da relação entre a Rainha Charlotte e Lady Danbury, mesmo achando que algumas cenas delas foram um pouco longas demais.

E preciso dizer: o episódio do funeral do John me abalou muito. Eu senti cada emoção da Francesca. Como irmã mais introvertida da família, eu acho que ela merecia ainda mais destaque na história do casamento dela, que é totalmente baseado em amor. Mas o episódio é lindo, bem montado. Uma pena que nas temporadas anteriores fizeram parecer que Frannie teria olhos para mais alguém além do John. 

No final, saí satisfeita. Não foi perfeito, mas chegou muito perto. Eu daria 4,5 estrelas para essa temporada.

terça-feira, março 24, 2026 2 comments

 


O Lago do Amor, de Lana Ferguson, é daqueles romances que conquistam primeiro pela atmosfera. Ambientado nas paisagens místicas da Escócia, com referências ao lendário Lago Ness, o livro cria um cenário que é quase um personagem da história. Para quem (como eu) sempre teve curiosidade ou fascínio pelo país, a ambientação acaba sendo um grande ponto de conexão com a leitura e é fácil se imaginar caminhando pelas margens do lago, cercado de neblina e histórias antigas.

A narrativa acompanha um romance que se desenvolve de forma relativamente lenta. Não chega a ser exatamente um slow burn, mas boa parte do ritmo é conduzida pelo mistério envolvendo o lago e a suposta maldição da família da protagonista. Esse elemento sobrenatural ajuda a construir a atmosfera do livro, embora em alguns momentos também deixe a leitura um pouco mais arrastada. A premissa é básica: Keyanna sempre foi afastada de sua família por algum motivo bizarro nunca dito a ela, mas após a morte do pai ela decide se reconectar com suas raízes e vai atrás da avó que jamais conheceu. Mas essa visita vai reativar uma maldição familiar e desencavar segredos seculares. E, claro, no meio disso teremos um romance com um escocês também muito misterioso.

Acontece que quando o segredo por trás da maldição finalmente começa a ser revelado e o casal passa a interagir de forma mais direta, a história ganha mais leveza e diversão. O mistério em si é curioso e até tem um tom levemente cômico em certos momentos, algo que combina com o tom mais irreverente da autora. Ainda assim, fica a sensação de que talvez ele tenha sido resolvido cedo demais, o que diminui um pouco o impacto da descoberta.

Outro ponto que acaba ficando aquém do esperado é o desenvolvimento dos protagonistas. Apesar de serem interessantes em conceito, eles parecem pouco explorados ao longo da narrativa, o que faz com que o leitor tenha a sensação de conhecê-los menos do que gostaria.

O livro também mistura romance com elementos de fantasia e cenas mais sensuais, algo que me surpreendeu porque de início eu esperava uma história mais centrada no mistério ou na jornada emocional dos personagens. Justamente por incluir esses elementos fantásticos e mais hot, ficou a impressão de que a trama mais humana acabou sendo deixada um pouco de lado, quando poderia ter sido melhor aprofundada.

No fim, O Lago do Amor é uma leitura que se destaca pela ambientação charmosa e pelo clima misterioso inspirado nas lendas do Lago Ness. Mesmo com alguns desequilíbrios no ritmo e no desenvolvimento dos personagens, ainda é um romance curioso, especialmente para quem gosta de histórias que misturam amor, folclore e paisagens escocesas cheias de mistério.


domingo, março 22, 2026 No comments


Eu comecei essa série esperando algo menor dentro do universo de Westeros… e terminei completamente encantada. Brinco que parece ter sido feita com o orçamento de um CLT no dia 32 de Janeiro - tendo criado meu querido “Game of Pobres” - mas a verdade é que ela prova como dá para fazer muito com pouco quando existe uma boa história e personagens carismáticos.

Eu gostei muito da escala intimista da narrativa. Em vez de batalhas gigantes e intrigas políticas infinitas, acompanhei a jornada de Dunk e a relação dele com Egg, e isso virou o coração da série. A amizade dos dois me conquistou completamente. Dunk tem aquela honestidade quase ingênua, enquanto Egg carrega um peso que a gente só vai entendendo aos poucos.

Também gostei muito do visual e do tom mais leve, quase de aventura medieval clássica. E uma coisa que achei especialmente bem feita foi o uso dos flashbacks. Eles deixam claro algo que achei genial: naquele quinto episódio apoteótico talvez o príncipe Targaryen pudesse derrotar Sir Duncan, o Alto, mas nunca venceria Dunk da Baixada das Pulgas. 

Para mim, a série funciona justamente por isso: ela troca grandiosidade por coração. Não encontrei defeito algum, nem mesmo na curta duração dos episódios, que acabam enxugando o que poderia sair errado. Saí da temporada com aquela sensação rara de ter assistido algo simples, bem estruturado e extremamente carismático.

Confira o livro:

O cavaleiro dos sete reinos, edição especial.

quarta-feira, março 18, 2026 No comments


Li Verão em Nova York esperando encontrar aquele romance perfeito de verão: leve, divertido e cheio de provocações no melhor estilo enemies to lovers. A premissa realmente parecia promissora: uma roteirista com bloqueio criativo que volta para Nova York e acaba se envolvendo em um acordo de namoro falso com um antigo desafeto. É o tipo de trope quefunciona muito bem em comédias românticas e, especialmente, comigo.

Mas, para mim, a leitura demorou bastante para engatar. Nos primeiros capítulos eu tive a sensação de de que parte da história não foi contada, com os personagens já tendo um histórico cheio de ressentimento, sendo que era pra ser uma trama de segunda chance, então no mínimo eu queria saber como foi a primeira tentativa, né? O livro não constrói muito bem essa base emocional. As coisas simplesmente começam a acontecer e eu demorei um pouco para realmente me envolver com a história.

Isso acabou refletindo no ritmo da leitura. Foi um livro que levei bastante tempo para terminar porque não estava totalmente presa à narrativa. A relação entre Elle e Parker até tem química em alguns momentos, mas grande parte da tensão inicial parece meio exagerada. A ideia de enemies to lovers está ali, mas o motivo da rivalidade entre eles às vezes parece pequeno demais para sustentar tanto drama.

Outro ponto que pesou para mim foi a protagonista. Eu entendo de onde vêm as inseguranças da Elle ligadas à forma como ela cresceu e às experiências ruins que teve com relacionamentos e dinheiro), só que, na prática, muitas das decisões dela soam imaturas. Em vários momentos tive a sensação de estar vendo uma adulta agir como adolescente, criando problemas onde não precisava existir conflito. Isso acabou me cansando um pouco durante a leitura. 

Já o Parker ficava no extremo oposto, sendo extremamente paciente, romântico e bem cadelinha mesmo. Em teoria isso deveria funcionar bem,  já que a gente adora um homem abestalhado pela mulher, mas senti que faltou aprofundamento no personagem. E a Elle era tão mala às vezes que a falta de um defeito no Parker me fez pensar ''ela não merece ele''. Um saco quando você não consegue torcer pelo casal. 

Apesar disso, a história melhora bastante depois da metade do livro. Quando passo dos 50%, a convivência entre Elle e Parker fica mais divertida, os diálogos ganham mais leveza e finalmente dá para sentir melhor a química entre eles. A ambientação em Nova York também é um ponto forte: a cidade aparece como pano de fundo charmoso para o romance, dando aquele clima bem cinematográfico de comédia romântica. E trazendo uma nostalgia meio Friends e How I Met Your Mother. 

No geral, minha experiência com Verão em Nova York foi mista. Não é um livro ruim, já que tem momentos divertidos, boas cenas românticas e uma ambientação convincente. Mas também é uma história que demora a engrenar e que poderia ter desenvolvido melhor seus personagens. Para mim, acabou sendo uma leitura de 3 estrelas: agradável em alguns momentos, mas não o aconchego que eu esperava. 


 

segunda-feira, março 16, 2026 No comments
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