Sinopse
Após a morte suspeita da mãe, uma famosa autora de thrillers, Mackenzie começa a receber cartas misteriosas assinadas por ela. Em busca de respostas, mergulha em segredos familiares que parecem saÃdos de um livro — mas são reais demais para ignorar.
Opinião
“Com amor, mamãe” é aquele tipo de thriller que já começa te puxando pela curiosidade. A ideia de uma mãe recém-falecida “mandando” cartas para a filha é o tipo de gancho que funciona muito bem.
A leitura é extremamente fluida, com capÃtulos curtos e vários pontos de vista que vão ampliando o quebra-cabeça aos poucos. Isso deixa o ritmo bem acelerado e cria aquela sensação de “só mais um capÃtulo” o tempo todo. Foi um daqueles livros que me pegou fácil e me manteve curiosa por boa parte da história.
A narrativa também brinca com múltiplas camadas: tem investigação, drama familiar e aquele clima de desconfiança constante em que você não sabe muito bem em quem acreditar. Conforme os segredos vão aparecendo, a história ganha mais intensidade e começa a ficar mais envolvente.
Mas nem tudo funciona perfeitamente. Em alguns momentos, senti falta de uma construção mais forte dos personagens e algumas motivações também parecem simplificadas demais diante do que está acontecendo.
Por outro lado, o livro compensa com reviravoltas bem colocadas e um ritmo que não deixa a leitura cair. Teve um ponto especÃfico, ali pela metade, em que eu realmente fiquei fisgada, querendo entender como tudo ia se conectar e isso fez toda diferença na experiência. Sabe quando chega NAQUELA parte? Então, foi isso.
É um thriller rápido, envolvente e com uma premissa que chama atenção, perfeito pra quem gosta de histórias cheias de segredos e revelações. Não é o mais profundo do gênero, mas entrega uma leitura viciante e divertida.
⭐️Nota: 4/5
















