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Grazi Comenta


Quando eu vi a capa desse livro foi amor à primeira vista, sabia que precisava ler ele independente de qualquer coisa, sim, às vezes julgo o livro pela capa, ao ler a sinopse fiquei ainda mais interessado pela leitura, pois, ela prometia ser muito boa e divertida, então não perdi a oportunidade né?

Esse foi o meu primeiro contato com a escrita do autor(?) e não vou negar que fiquei muito satisfeito com o que ele entregou neste livro, o texto é bem fluido e de leitura leve, gostei bastante de como o autor desenvolveu a ambientação que ele criou para o livro, os personagens são todos muito carismáticos e interessantes.

Eu amei o Tal, ele é um daqueles personagens que começam sendo subestimado por todos a sua volta, mesmo, ele sendo o mais poderoso dentre eles desde sempre, mas, sem dúvidas o crescimento e a força que o personagem demonstra durante a leitura foi o que me deixou ainda mais encantado por ele. Athelen é simplesmente um encanto, muito fofo, divertido, carinhoso e atencioso, não tem como não se encantar pelo personagem. Também gostei bastante dos irmãos de Tal, cada um com sua personalidade e peculiaridade.

Mais uma vez julguei o livro pela capa e simplesmente amei a leitura, mas, como não amar um livro que tem magia, seres fantásticos, viagens de navio, príncipes, piratas e mistérios? Eu fui totalmente engolido pela leitura, a história me encantou, me divertiu, me impressionou e ao finalizar a leitura fiquei com aquele gostinho sofrido de quero mais, acho que nunca ficaria totalmente satisfeito de Tal e Athelen.
sábado, janeiro 10, 2026 No comments

Título Original: The Dark Tower
Diretor: Nikolaj Arcel
Elenco: Matthew McConaughey, Idris Elba, Tom Taylor
Duração: 95 minutos

Sinopse


Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

segunda-feira, janeiro 05, 2026 2 comments

 

Sinopse
Megan está morrendo de medo de ir para a casa da família para as festas de fim de ano. Ela é a vilã da cidade, a mulher que há cinco anos largou Isaac, o queridinho local, no altar e fugiu para a cidade grande. Megan só quer ficar na dela, principalmente porque ele está noivo de novo. Christian está cansado de passar o Natal sozinho. Ele mesmo não liga – na verdade, jura de pés juntos que está ótimo assim. O problema é que detesta os olhares de pena de seus parentes quando todos se sentam à mesa em casais. Então, quando Megan literalmente esbarra nele em um pub em Dublin, eles fazem um pacto de sobrevivência, com direito a contrato assinado em um guardanapo manchado de vinho. Até o Natal, os dois vão ser o melhor casal de mentira de todos os tempos. Mas com duas famílias reunidas e amigos, paqueras e sentimentos antigos ressurgindo, as coisas ficam caóticas. E quando uma cabana isolada pela neve e a magia natalina entram na história, tudo pode acontecer...


Opinião 

Gente, me perdoem pela demora em postar sobre esse livro! Quando postei a minha TBR nos stories falando que leria esse para o Natal, muita gente se empolgou (com razão) pelos clichezinhos e o climinha delicioso da trama, mas não consegui postar até agora (tava de rascunho, não programei, achei que tinha programado e ficou por isso mesmo...). Mas fica de dica pra leitura de 2026, né?

Nesse livro teremos o clichê do namoro falso. Tudo é trabalhado daquele jeitinho leve e fofo que faz a gente ler sentindo que tá vendo um filme. Megan é uma moça com alguns problemas e por isso ela é a ''noiva em fuga'' da cidade. Dessa fama ela não escapa. Após se encontrar com um amigo de infância, Christian - que também tá com uns problemas com a família (no caso dele sendo o fato que nunca leva ninguém pras festividades) - eles decidem fingir um compromisso para se apoiar nos eventos de ambas as famílias. Enquanto vão passando esse tempo junto se conversando sobre seus medos e problemas, os dois vão percebendo que se completam e pode tornam a vida um do outro muito mais divertida.

Eu gostei do jeito descompromissado que a autora trabalhou os ''causos'' de cada família. Não tornou nada superficial, nem tão pesado que tirou o clima do livro. E as famílias não são empecilhos nem estorvos, mesmo o ''problema'' dos protagonistas vindo deles. Na verdade, são caóticas e engraçadas, do jeitinho que um encontro de Natal sempre mostra.

Ao final os dois estão bem resolvidos consigo e com os parentes, mantendo as próprias personalidades. Christian sendo meio rabugento, Megan sendo meio insegura, mas nunca deixando que esses traços sejam tóxicos e causem atritos entre eles. 

O livro tem piadinhas de Natal, cenas próprias do tema, nevasca e algumas particularidades que deixaram a história ainda mais alegre. Eu me diverti bastante e queria que alguém fizesse uma adaptação para streaming. De preferência a Passionflix <3 

P.S.: Sim, fofoqueiras, a gente descobre porque ela largou o noivo.

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domingo, janeiro 04, 2026 No comments

 MELHORES DO ANO


10. Amores selvagens



Eu fico fraquinha com dark romances que têm limites e utilizam o dark apenas na trama, mas não na relação entre os protagonistas. Esse me lembra bastante ''A morte de Sarai'', meu favorito do gênero, tendo um matador de aluguel iniciando um plano com a mocinha para completar sua missão contra um líder de máfia, que é cunhado da mocinha. Obviamente vai ter muita aventura, ação, cenas quentes e uma química muito boa. Me diverti bastante. 


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Riley Rose acreditava que grandes amores só existiam nas páginas dos livros que editava. Até que recebe a notícia de que sua irmã está prestes a se casar, e não é com qualquer homem ― o noivo é simplesmente o chefe da máfia irlandesa. Ao viajar para conhecer o futuro cunhado, ela acaba caindo nas garras de um perigoso assassino... Mas alguns monstros não são o que aparentam. Malek Antonov é um mito da máfia russa, uma lenda viva, um fantasma. Temido pelos homens mais poderosos do mundo, é o cara certo quando se trata de eliminar inimigos. Então, quando seu irmão é assassinado, nada o impedirá de se vingar. Ele só não esperava que, no meio do caminho, fosse encontrar uma doce jovem em apuros. Sem saber a verdadeira identidade de Riley, Malek resolve adiar seu plano e ajudar a mulher que acredita estar em perigo. Ao descobrir que ela é, na verdade, uma inimiga, ele decide que levá-la como recompensa é a melhor forma de punir os responsáveis pela morte da única pessoa importante em sua vida.

9. Reverência Indomável


Esse livro se séculos antes da duologia ''Divinos Rivais'' e conta a história de uma deusa que vai apostar tudo pelo que acha certo e pelo seu amor, um mortal. É romantasia, livro único e serve como prequel da história original. Bem escrito, viciante e grande o suficiente para contar tudo que precisa. Chega a ser meio poético. 

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Antes que Iris Winnow escrevesse sua primeira carta e que Enva entoasse sua canção, uma jovem deusa vagava por sonhos. Matilda, a deusa mais jovem de seu clã, nasceu no domínio flamejante do submundo com uma humilde magia de mensageira — mas carrega um segredo capaz de mudar o destino dos deuses. Em um mundo onde alianças são frágeis e traições sangrentas, ela aprendeu a esconder seu coração de todos, até mesmo daqueles em quem confia. O mortal Vincent de Beckett conheceu Matilda apenas em sonhos. Na noite mais sombria de sua vida, suplicou por sua ajuda… e nunca recebeu resposta. Dez anos depois, ela ressurge pela janela de seu quarto trazendo uma carta que poderá selar não apenas o destino dos dois, mas também o dos próprios deuses. Unidos por um elo que atravessa o destino e a vida além dos sonhos, Matilda e Vincent precisarão desafiar a guerra divina e os caminhos que lhes foram impostos. Mas para escrever um novo futuro, talvez seja preciso arriscar o próprio coração — e pagar o preço da vulnerabilidade. Ambientado séculos antes de Divinos rivais, Reverência indomável é uma fantasia romântica de volume único de Rebecca Ross, repleta de divindades em guerra e segredos mortais, na qual uma jovem deusa arrisca tudo pela promessa de um futuro melhor.

8. Margô está em apuros


Eu não sabia nada sobre esse livro, apenas chegou por aqui em parceria com a Rocco e simplesmente me ganhou. Toda discussão sobre até onde vale a pena chegar para conseguir dinheiro e o que realmente importa na vida, mas sem maniqueísmo, sem apontar dedos para a protagonista ou o pessoal em volta dela... achei muito bem feito. Um livro curto, engraçado onde pode, dramático onde precisa. Vai virar série com as irmãs Fanning, então corram para ler antes de lançar. 

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Margô está em apuros. Aos dezenove anos, ela engravida de um professor da faculdade, é demitida do emprego de garçonete ― que odiava, mas era a única coisa que sabia fazer ― e se vê presa no dilema moral de ter ou não o bebê. Sua mãe avisou que um filho acabaria com sua vida. Já o pai da criança se mostrou superdisposto a ajudar... com o aborto. Desejando fazer o que considera correto e sem querer dar aos dois o gostinho de lhe dizer o que fazer, Margô escolhe prosseguir com a gravidez, mas não contava com a hostilidade com que o mundo a trataria. Ela sempre acreditou que, se fosse uma boa pessoa e fizesse a coisa certa, receberia em retorno alguma empatia no momento que mais precisasse. Ledo engano. Com a chegada do bebê, as coisas ficam ainda piores: ela não só está desempregada como não tem mais com quem dividir o aluguel do apartamento enorme onde mora, já que suas colegas decidiram dar no pé e deixá-la sozinha com o filho. Afinal, ela que fez, ela que lute... Sem muitas opções, Margô cria um perfil no OnlyFans para oferecer avaliações de paus. Inusitado, sim, e por que não? Hoje em dia se faz resenha de tudo. Resgatando seu talento para a escrita, deixado de lado desde que largou a faculdade, ela encontra uma forma de sustentar a si e ao filho. Conforme as finanças melhoram, porém, seus dilemas mudam, porque, bom... a vida acontece. Margô precisará escolher quais valores seguir e como lidar com os novos desafios que surgem pelo caminho. Com muita irreverência e bom humor, claro, como seria de esperar de alguém que compara pintos com Pokémons na internet.

7. Quicksilver


Eu fui ler já achando que não gostaria por causa do hype (tenho tido problemas com livros hypados), mas não é que o livro sobrevive às expectativas? É verdade que eu achei que poderia reduzir umas 200 páginas do livro tirando um pouco da enrolação, mas a construção de mundo é bem interessante, o casal não é inútil, as briguinhas são legais de ler e fazem sentido na trama. O Kingfisher é um moreno debochado que está à altura do título. Um bom livro de abertura de saga. 

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Aos vinte e quatro anos, Saeris Fane é tão boa em sobreviver quanto em guardar segredos. Na escaldante Zilvaren, as condições de vida sob os Gêmeos, os dois sóis que assolam a cidade, não poderiam ser piores. A água é o bem mais raro e precioso, e os zilvarenses fazem qualquer coisa para conseguir um pouco mais do que sua mísera cota diária. Uma ladra habilidosa, capaz de muito mais do que bater carteiras, há anos Saeris vem desviando água potável dos reservatórios da rainha Madra. E não é só isso: ela possui uma estranha e perigosa habilidade de manipular metais, algo proibido e considerado heresia. Mas, ao se deparar com a Morte em pessoa, ela sem querer reabre um portal entre mundos e é transportada para Yvelia, o gélido reino dos feéricos. Esses seres, antes considerados um mito e um pesadelo, provam-se bastante reais, e Saeris acaba no meio de um conflito centenário que pode ser fatal. A primeira humana a cruzar as montanhas geladas de Yvelia em mil anos, ela se vê ligada a um belo guerreiro feérico que tem os próprios planos secretos e sombrios. Ele pretende usar a magia de alquimista de Saeris para proteger seu povo, e não importa o que isso vá custar a ele... ou a ela. A Morte tem nome e sobrenome: Kingfisher do Portão de Ajun, de passado obscuro e atitudes suspeitas. Mas ele também pode ser a única esperança de Saeris de voltar para casa. Entretanto, é preciso ter cuidado com os acordos que se faz com feéricos. O diabo mora nos detalhes e, em Yvelia, nada é realmente o que parece.

6. Sorte no amor


Aqui tem tanto clichê que parece um mostruário de como fazer para criar uma comédia romântica formulaica, mas ainda assim com alma. O casal principal se pega logo de cara, mas cria uma amizade até que cheguem a desenvolver amor. Tem então uma aposta para ver quem acha sua cara metade primeiro, tem eles acompanhando os dates, tem cena de namoro falso em casamento de família... tem tudo para os amantes das romcoms. É curtinho, engraçado e leve, como uma leitura de fim de ano deve ser. Lynn Painter nunca erra. 

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Após levar um fora do namorado, Hallie Piper não poderia estar se sentindo mais infeliz e rejeitada. Quando achava que já havia atingido o fundo do poço, ela vai trabalhar como bartender em uma festa de casamento onde conhece Jack, um dos padrinhos ― que também acabou de terminar com a namorada. Ele é charmoso, sexy e carismático, mas Hallie não esperava ficar totalmente bêbada e ir para a cama com ele. Depois de uma noite quente, ela sai de fininho do quarto de hotel onde foram parar, constrangida e desejando nunca mais olhar na cara de Jack. Hallie, então, decide que é hora de virar a página e se tornar uma adulta responsável. Ela se muda, corta o cabelo, compra roupas e faz um perfil num app de relacionamentos, determinada a achar um novo amor. Só que Hallie acaba encontrando quem menos esperava: Jack. Curiosa, ela manda uma mensagem só de brincadeira. E após concordarem que não estão interessados um no outro, o que era para ser apenas implicância vira amizade. Os dois estão no app à procura do par ideal e, para tornar a busca mais emocionante, decidem apostar: quem achar o amor primeiro ganha. Com o tempo, no entanto, os limites começam a ficar confusos, e os dois passam a questionar o que sentem um pelo outro. Será que Jack e Hallie serão capazes de deixar os sentimentos falarem mais alto e finalmente apostar um no outro? Do mesmo universo de Amor por engano, Sorte no amor também é uma comédia divertida e com toques picantes que Lynn Painter escreveu para seus fãs adultos, que vêm formando um público cada vez mais numeroso.

5. A serpente e o lobo


Esse ano eu experimentei muitas leituras sem saber nada sobre elas e essa foi uma delas. Talvez eu devesse fazer mais isso, porque fico aberta para ser surpreendida e aqui eu fui. Não sei dizer exatamente de onde vêm as mitologias usadas nessa romantasia, sei que a construção de mundo é simples o suficiente para ser funcional sem parecer supérflua e bem descrita o suficiente para engajar com a história. O casal principal é vendido como enemies to lovers, mas o cara já chega no lovers mesmo. Tem cena de faca-no-pescoço já na lua de mel, então as fãs de romantasia vão adorar. A química é boa, a trama é concisa, sem coisas mirabolantes e a protagonistas não é do tipo burrinha-que-resolve-tudo. A história será contada numa trilogia e eu já estou prontíssima para a sequência. 


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Dominada por uma misteriosa magia das trevas que já vitimou sua mãe, Vaasa Kozár tem certeza de que sua morte está próxima. Seu implacável irmão, Dominik, pensa o mesmo. Então, em uma última estratégia política, ele manda Vaasa se casar com Reid de Mireh, um impiedoso governante estrangeiro, desejando usar a morte dela como desculpa para enfim dar início a uma guerra. No entanto, ela quer desesperadamente continuar viva e tem toda a intenção de fugir do casamento. Para sua surpresa, Reid lhe oferece um acordo: se Vaasa o ajudar a angariar os votos para ser eleito o grande mestre de seu país, ele revelará a ela os segredos sobre a magia que corre em suas veias... e como controlá-la. A oferta é boa demais para recusar, porém a inegável atração entre os dois ameaça romper as regras do acordo. Com o passar do tempo, essa união política parece cada vez mais um casamento de verdade, mas Vaasa não pode esquecer seu instinto de sobrevivência. Conforme os planos maquiavélicos de Dominik tomam forma, todos os caminhos são arriscados.

4. A vilã da temporada



Eu esperava uma comédia romântica descerebrada e ganhei uma crise existencial. Nesse livro tem uma autora querendo vender livro e então aceita ir para um reality show de achar sua cara metade, mas ela vai deve ser a escolhida dentro várias mulheres. O problema é que a edição tá pintando ela como vilã. Entre cenas de flashback e comentários de internet mescladas com a gravação do reality e as auto análise da Jaque, a gente vai conhecendo ela e sua relação consigo mesma e as reações que tem aos outros. Eu fiquei profundamente tocada por como ela se vê e as consequências disso na psiqué e como ela lida com o mundo. Acabou sendo uma leitura bem mais profunda do que eu esperava. E o final é agridoce. Me ganhou pela complexidade inesperada, ainda que tratada com muita leveza.

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Depois do fracasso de vendas dos seus livros, Jac Matthis está desesperada por um recomeço. E então que ela tem uma ideia que parece perfeita: participar de A pessoa certa, o reality show de casamento mais popular do país, ficar famosa e ganhar leitores. Afinal, construir personagens e enredos é sua especialidade – só que desta vez ela será a protagonista da própria história. Jac logo se torna a favorita a conquistar o coração de Marcus, mas fica chocada ao descobrir que Henry, o último homem com quem se relacionou, é um produtor do programa. É impossível ignorar toda a química que tem com ele, mas os dois devem manter essa relação proibida em segredo. Conforme o jogo avança, ela descobre que a produção do reality está editando as filmagens para mostrá-la como vilã. Em meio ao triângulo amoroso e aos conflitos que afloram sua personalidade sarcástica, o plano de Jac vai desmoronando. Será que, tentando salvar a carreira, ela vai acabar arruinando sua vida?

3. Um amor problemático de verão 


Eu não tenho muito o que comentar aqui, a posição desse livro é pela quanitdade enorme de risadas que dei durante a leitura. Adorei o clichê de age gap sendo usado com um casal onde isso realmente cabia de forma saudável, adorei ambientação durante um casamento numa ilha da Itália, o cheirinho de filme da sessão da tarde, as aventuras, os diálogos bobos e engraçados, a química do casal e a maturidade para lidar com as diferenças, enfim, não tenho defeitos para colocar aqui. É um livro delicioso da primeira à última página. 

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Maya Killgore tem 23 anos e ainda está descobrindo o que quer da vida. Conor Harkness tem 38, e Maya não consegue parar de pensar nele. É um clichê tão grande que o coração dela quase não aguenta: homem mais velho e mulher mais nova, empresário rico e estudante falida, melhor amigo do irmão e a garota na qual ele nunca reparou. Como Conor adora relembrar, a dinâmica de poder entre eles é totalmente desequilibrada. Qualquer relação entre os dois seria muito problemática e Maya precisa superá-lo. Afinal, Conor já deixou claro que não a quer em sua vida. Mas nem tudo é o que parece... e clichês às vezes sofrem reviravoltas. Quando o irmão de Maya decide se casar na Itália, ela e Conor são forçados a passar uma semana juntos em uma charmosa villa siciliana. À beira da praia, em meio a antigas ruínas, comidas maravilhosas e cavernas naturais, Maya percebe que talvez Conor esteja escondendo alguma coisa. Em meio aos caóticos preparativos para o casamento, ela decide que um romance de verão pode ser justamente o que precisa... mesmo que seja problemático.

2. Amanhecer na colheita



Dispensa apresentações esse aqui. Era o top 1 até ser desbancado pela minha leitura de Setembro. Isso aqui é o exemplo perfeito de porquê criar um spinoff para sua saga já elogiada. Esse livro tinha objetivo e foi cumprido. Ele expande a saga e abre espaço para mais discussões, sem nunca deixar suas lições saírem do primeiro plano. É maravilhoso. E doloroso. 

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Ao amanhecer do dia da colheita da Quinquagésima Edição dos Jogos Vorazes, o medo toma conta dos distritos de Panem. Nesse ano, em comemoração ao Massacre Quaternário, o dobro de tributos será levado de suas casas. No Distrito 12, Haymitch Abernathy está tentando não pensar muito nas suas chances de ser sorteado – só quer sobreviver ao dia e passar um tempo com a garota que ama. Mas, ao ser escolhido, todos os sonhos de Haymitch desmoronam. Ele é separado da família e da namorada e enviado para a Capital com outros três tributos do Distrito 12: uma menina que considera quase uma irmã, um rapaz viciado em calcular chances e apostas, e a garota mais arrogante da cidade. Conforme os Jogos se aproximam, Haymitch compreende que está tudo armado para o seu fracasso, mas parte dele deseja lutar... e deseja também que essa luta reverbere muito além da arena mortal.

1. Coração de Aço






Esse livro é ABSOLUTE CINEMA. Uma mistura de The Boys com Watchmen. Cada página é uma aventura, uma descoberta nova, uma angústia. É eletrizante e surpreendente. Brandon Sanderson consegue criar um filme na sua cabeça, mas descrições precisas dos lugares, as armas as intenções dos personagens, sem nunca ficar chato ou expositivo. É uma das melhores histórias de vingança que li. Beatrix Kiddo teria orgulho. Mas não seria uma história tão boa, se não tivesse um aprendizado além disso e aqui tem. A melhor parte? A história do vilão aqui fica fechada, mas tem sequências com outros vilões. E já estou providenciando elas.

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Lançado originalmente em 2013, o best-seller do The New York Times, Coração de Aço, de Brandon Sanderson, é o primeiro volume da série Executores. A obra apresenta uma distopia na qual misteriosamente, pessoas de diferentes origens recebem superpoderes, mas são corrompidas por eles e tornam-se vilões. Após tomarem o controle das cidades, eles criam uma realidade terrível, submetendo os humanos a uma vida de servidão, ou morte. Tudo parece perdido e não há esperança para a humanidade, até que pessoas comuns formam um grupo de resistência chamado Executores, que investiga a fraqueza dos Épicos e os caça, um a um. A obra é protagonizada por David, um garoto de 18 anos cuja história já prende o leitor desde o prólogo: quando era criança, ele viu seu pai ser assassinado pelo Épico mais poderoso de todos, Coração de Aço. Desde então, o garoto tem o objetivo de descobrir a fraqueza do vilão e vingar seu pai. Ele vai tentar se juntar aos Executores e apresentar para eles um plano para derrotar não apenas pequenos Épicos com poderes e cargos menos importantes, mas principalmente Coração de Aço, ditador supostamente invulnerável de Nova Chicago.

quarta-feira, dezembro 31, 2025 No comments


Eu comecei A Vilã da Temporada esperando exatamente aquilo que o título e a premissa prometem à primeira vista: uma comédia romântica leve, perfeita para desligar o cérebro e acompanhar os clichês de um reality show de namoro. O que eu não esperava era sair da leitura com uma crise existencial discreta, porém persistente, daquelas que ficam ecoando depois da última página.

O livro acompanha Jacque, uma autora em início de carreira que aceita participar de um reality show de encontros (tipo The Bachelor), não exatamente por acreditar no amor, mas porque precisa vender livros, pagar contas e se manter relevante. Ela entra sabendo que não será “a escolhida” entre várias mulheres... seu papel ali é outro. O problema começa quando a edição do programa decide transformá-la na vilã da temporada.

E é justamente aí que Laurie Devore começa a brincar com algo muito mais interessante do que apenas romance ou sátira midiática.

A narrativa se constrói a partir de múltiplas camadas: cenas do reality show em tempo real, flashbacks da vida da Jaque, comentários cruéis (e muitas vezes realistas demais) da internet e, principalmente, a autoanálise constante da protagonista. A forma como essas camadas se entrelaçam cria uma leitura fluida, mas emocionalmente mais densa do que parece à primeira vista. Eu me peguei lacrimejando em algumas partes. 

Jaque é uma protagonista profundamente consciente de seus próprios erros e falhas. Ela se observa o tempo inteiro: reações, falas e silêncios, a forma como é percebida pelos outros e, sobretudo, como ela acredita que é percebida. Existe um abismo doloroso entre quem ela é, quem ela acha que é e quem a edição do programa decide que ela será.

O que mais me tocou no livro foi justamente essa relação da personagem consigo mesma. A maneira como Jaque se enxerga não é exagerada nem caricata; é desconfortavelmente familiar. Ela se cobra, se diminui, se justifica mentalmente antes mesmo de ser acusada e se engana o tempo inteiro. Até as cenas com os rapazes, onde ela parece se sentir mais confortável, são dramáticas porque ela parece sempre performar. A psique dela é tratada com muita sensibilidade, sem jamais cair em melodrama.

Laurie Devore acerta ao usar o reality show como metáfora de algo maior: a cultura do julgamento constante, da edição seletiva, da narrativa única imposta sobre pessoas complexas. Os comentários de internet que aparecem ao longo do livro são especialmente eficazes. A metalinguagem aqui é usada não como um recurso cruel, mas para mostrar reações plausíveis. Os textos soam exatamente como aquilo que lemos diariamente nas redes sociais, onde ninguém é visto como inteiro, apenas como personagem. E, acredite, quem crie conteúdo também sofre com isso. 

Apesar de tudo isso, A Vilã da Temporada não é um livro pesado. Pelo contrário: há muita leveza na escrita, humor sutil, ironia bem dosada e uma certa ternura na forma de lidar com os personagens. O livro entende a dor de Jaque, mas não a transforma em espetáculo. Permite o erro e traz a redenção.

O romance, que poderia facilmente ser o foco principal, funciona quase como um pano de fundo. Ele existe, importa, mas não domina a narrativa. O verdadeiro arco do livro não é “quem Jaque vai escolher” ou “se ela vai encontrar o amor”, e sim como ela aprende (ou tenta aprender) a se enxergar para além da narrativa que criaram sobre ela — e, mais difícil ainda, para além da narrativa que ela mesma criou.

O final é agridoce, exatamente como a vida costuma ser quando não se rende a soluções fáceis. Não há grandes viradas milagrosas nem finais perfeitamente amarrados. Há escolhas, perdas, pequenos ganhos e uma sensação de crescimento que não vem acompanhada de euforia, mas de maturidade. É um final que respeita o tom do livro e a complexidade da protagonista.

No fim das contas, A Vilã da Temporada me ganhou justamente por aquilo que eu não esperava encontrar: profundidade emocional, reflexão sobre identidade, imagem pública, autocrítica e o peso de viver sendo constantemente observada (principalmente por si mesma). 

É o tipo de livro que começa como entretenimento e termina como espelho. 

Como você tem se visto?

segunda-feira, dezembro 29, 2025 No comments
 
Não lembro bem como descobri esse livro, mas, lembro que minha reação imediata foi: eu preciso ler esse livro, quando eu descobri que iria ser adaptado como um filme foi exatamente o que precisou para aumentar ainda mais a minha vontade de realizar a leitura do mesmo.

Eu ainda não havia tido nenhum contato com os autores do livro — sim, eu sei que eles criaram uma série de extremo sucesso que pasmem, nunca tive interesse em ver — e não poderia ter havido um primeiro contato melhor, o desenvolvimento da história e dos personagens é muito bom, com um texto bem fluido eu acabei mergulhado na leitura.

Eu gostei da Veronica já no começo da leitura, ela se mostrou uma garota decidida, que sabia o que queria do seu futuro e que sem dúvidas estava no controle dele, mas, o que eu não esperava era gostar ainda mais dela com o passar da história, forma como ela cresce e revê todas as suas escolhas e sacrifícios foi muito interessante de acompanhar.

Bailey sem dúvidas é uma adição muito boa para a história, ela que é a antítese de Veronica, nem um pouco recatada, nem um pouco submissa, não dá a mínima para o que os outros pensam ou falem, ela traz a tona um lado de Veronica nem ela mesma sabia que existia. Mas ela passa bem longe de ficar relegada ao papel de amiga da protagonista, ela também tem seu próprio arco na história além de um bom desenvolvimento.

Esse livro claramente traz um tema muito sensível, eu gosto desse tipo de leitura, tento sempre ser o mais mente aberta possível quando encontro uma leitura com tema tabu. Pessoalmente eu acredito que toda mulher deveria ter total controle sobre seu corpo, se ela acredita que o melhor para ela realizar um aborto, então, que ela possa realizar o procedimento da forma mais segura possível.

Mas, esse livro vai muito além de um assunto tabu, ele fala muito sobre amizades, sobre como uma amizade pode ser reconstruída, sobre como acreditamos que as pessoas ao nosso redor são nossas amigas e às vezes elas não são. O livro também fala sobre autoconhecimento, crescimento pessoal e reflexão sobre o que realmente é importante para nós. Eu simplesmente amei essa leitura, ela foi melhor e muito mais interessante do que eu realmente esperava.
sexta-feira, dezembro 26, 2025 No comments

Aqui estou eu para falar de mais uma obra de F.T. Lukens, que simplesmente não cansa de entregar! Depois de me apaixonar por Em Águas Profundas e ficar emocionado com Para Sempre, eu mal podia esperar para ler Enfeitiçados e descobrir o que viria nesse novo livro.

A escrita de F.T. continua afiada, divertida e provocativa, fiquei completamente encantado por Enfeitiçados! O livro traz uma história repleta de feitiços, uma pitada de mistério e momentos engraçados, como esperado, Lukens entrega personagens carismáticos, cada um com sua complexidade e interesse, que fazem a trama se movimentar e ganhar forma de uma diante dos nossos olhos.

A interação dos protagonistas Rook e Sun é sem dúvidas muito divertida, suas personalidades são extremamente opostas, enquanto Rook é extrovertido, falante e persistente, Sun é extrovertido, tímido e rabugento, essa diferença na personalidade deles garante ótimos momentos de intrigas e provocações entre eles, até que descubram que, todo esse atrito entre eles tem apenas um motivo, atração mútua. Também gostei demais da personagem Antonia, mestra de Rook e a feiticeira amis poderosa de seu tempo.

Mais uma vez F.T. Lukens me deixa realizado com a leitura de sua obra, adoro a forma como desenvolve as suas histórias que sempre são repletas de representatividade, com um bom toque de magia, fantasia e romance. Mal posso esperar para ler sua próxima obra, que tem potencial de ser tão boa quanto as três obras que já li.
sábado, dezembro 20, 2025 No comments


 Se você ainda não conhece a escrita da Abby Jimenez, esse pode ser um ótimo livro para começar. 

Existe algo ao mesmo tempo profundo, inquietante e confortador em como a Abby trabalha seus temas e enredos. Ela é uma autora de romance então a gente sabe que ao final tudo ficará bem, mas não será necessariamente sem percalços. A Abby sabe como a vida é e ela insere isso em suas tramas de uma forma tão natural que até mesmo quando ela se utiliza de algo que normalmente queremos esquecer que existe, ela ainda consegue trazer um senso de carinho e cuidado com o leitor. 

Nesse livro temos Vanessa Price, que ao perder a mãe e a irmã para uma doença genética antes de completarem 30 anos, decidiu viver a vida com energia e acumulou milhões de seguidores que curtiam ver suas aventuras em viagens internacionais. Só que a vida é a caixinha de surpresas que ela é, e, do nada, ela vê responsável pela filha da sua meia-irmã.

Acabaram as viagens, venham as fraldas. 

“Se você passa a vida pensando na pior coisa possível, quando ela finalmente acontecer, você terá vivido isso duas vezes.”

Nessa jornada ela vai ter a ajuda inesperada de um advogado sexy e certinho - porém encantador de bebês - seu vizinho, Adrian. E a partir daí, a Abby desenvolve melhor o tema que quis introduzir nesse livro: o medo do amanhã.

É que perder pessoas tão próximas, tão cedo, por algo tão imparável, deixou marcas em Vanessa. Ela sente que não pode se comprometer. Sente que talvez não tenha futuro. Mas ela também não tem certeza de nada: Vanessa nunca recebeu diagnóstico algum, nem tentou saber, na verdade. 

E é aí que vem minha crítica: todo o sofrimento ao qual ela se inflige e aos outros ao redor dela, principalmente Adrian (porque ela recusa as investidas dele com base nisso), seu pai e seu irmão, são com base em algo que talvez nem fosse real. Entendo a dor psicológica que a experiência dela trouxe, mas haviam meios de acabar com isso logo e ela se negava. Esse é o plot principal, eu sei. Algum conflito precisava haver e entendo a questão da resposta ao trauma, mas sinto que atrapalhou um pouco minha empatia pela personagem principal. 

“Só porque você não reconhece a luta que eles escolheram, não significa que eles não estejam lutando.”

De qualquer forma, essa questão não atrapalhou que eu aproveitasse todo o enredo da história. É um livro emocionante, que te fez pensar um pouco sobre como você mesmo faz suas escolhas e os medos que te impedem de seguir em frente. Tem momentos muito ternos, outros angustiantes e outros divertidos. É o puro suco da Abby Jimenez. 

Nota: 4/5.

sexta-feira, dezembro 19, 2025 No comments
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Grazielle Souza, taurina, adoro panfletar tudo que amo na internet desde 2010.

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